sábado, 6 de julho de 2013

Feliz Aniversário, Netinho Amado!






1 aninho- quanta recordação!







Brinquedinhos que a vovó me deu e tenho até hoje...




Sempre gostei muito de pirulitos que a vovó me deu...







Cocoricó na área... meu boneco preferido...



2 aninhos de muita farra no pula pula...






Aí fui crescendo, crescendo... e fiquei um lindo rapazinho...





3 aninhos de muita farra...





Adoro livros de historinhas...








Os meus doze primeiros rostinhos no relógio que ganhei da vovó...




Nosso último diálogo ao celular:
-Vovó, eu até chorei de tanta saudade de você noutro dia...

-Queria ter asas pra voar praí...


-Se você tivesse asas, vovó, você podia vir me ver agora...


-Quando eu vou ao Shopping eu penso logo em você, vovó, e sinto tanta saudade...
-Vovó, tá chegando o  dia do meu aniversário... eu gosto tanto!
-Por que, meu anjinho?
- Pra ganhar muito presente...




4 aninhos de muitos sorrisos partilhados...


Da última vez em que estivemos juntos, eu o ensinei a escrever vovó e vovô...
A diferença do lacinho e do chapeuzinho lhe fez sorrir...







5 aninhos de muita alegria e sonhos realizados... Linda festa!!!

-Traz pirulito azul pra mim, vovó?






-Eu te amo, vovó!!!






Toy Story na área... coleção completa...








Vestidinho de transformers e comendo o seu preferido algodão doce...











E o Hulk que 'fala' está a caminho nos 6 aninhos...


 Peço a Deus, meu anjinho, que lhe abençoe, ricamente, até você poder se cuidar sozinho...
Vovó ama você, para sempre!
Sei que sabe, meu querido anjo de Deus, que veio pra alegrar o meu coração...
Feliz aniversário, meu benzinho, no dia 6 próximo!



Nota especial:
Essa foto é para homenagear o menino boliviano (Brayan) que não queria morrer e foi morto por crueldade... Ele, justamente, desejava ganhar o boneco do pica pau... 


O homenzinho

Não pensem que venho
Mentir a vocês:
Seis anos eu tenho,
E fiz este mês.

Seis anos de idade!
Sou, quase, um rapaz...
Vou só, à cidade!
Que mal isso faz?

Sou muito obediente:
Procuro o passeio,
E calmo e prudente,
Não tenho receio.

Nas ruas, não ando
Com os olhos para o alto;
Vou tudo observando,
Não corro, nem salto.

Dou sempre a direita
Aos outros que vêm;
Não causo suspeita,
Nem mal, a ninguém.

Perdoem-me a vaidade;
-Dizê-lo é preciso-
Já sou, nesta idade,
Um homem de juízo!
(Correa Júnior)








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